sábado, 31 de março de 2012

"Deus está guiando você.
 Deixe os problemas de amanhã, 
para amanhã."
Seja humilde. 

Pois, até o Sol, com toda a sua grandeza, se põe 
e deixa a Lua brilhar.
...Não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca. Não a abandones e ela te guardará; ama-a e ela te protegerá." (Pv. 4:5-6)
Ele: - Não dói usar salto alto?
Ela: - Dói, mas garotas aprendem a suportar a dor sem cair. Mesmo quando o assunto não é sapato.
“Esperar menos não significa desistir. Antes se surpreender, do que se decepcionar.”
Clarice Lispector
“A propósito, te agradeço. Não por ter me magoado e ido embora como se nada tivesse acontecido, mas por ter me ensinado a ser mais forte. E menos tola.”
Tati Bernardi

“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.”
Machado de Assis 

quinta-feira, 29 de março de 2012

A Linha Tênue entre Relacionamento e Aprisionamento

Qual tipo de relacionamento você busca para você? Nenhuma relação amorosa é igual a outra e, afinal das contas, quem dita as regras do relacionamento é o próprio casal. Então faço esse questionamento porque tenho observado ao meu redor que, de uma maneira geral, há dois tipos de parcerias: as que libertam e as que aprisionam.

Acredito que namoros ou qualquer tipo de relacionamento que seja, só funciona quando nos acrescentam algo, nos fazem crescer. O relacionamento é uma chance em conjunto de buscar felicidade e prazer todos os dias. E para isso é necessário altruísmo, é preciso que você pense no outro, que se coloque no lugar dele para antever reações e saber qual é a melhor maneira de lidar com determinadas situações. Mas estar em um relacionamento nada tem a ver com abdicar de sua liberdade individual.

Já convivi com casais que, por morarem em cidades diferentes, não permitiam que um saísse sem o outro. Ou que viviam aqueles casos de ciúme incontrolável em que olhar para o lado era motivo de briga. Também acompanhei o típico casal perfeito que se acha tão perfeito que acaba fechando-se no seu próprio mundinho. Um fala pelo outro, um vive pelo outro, o “nós” substitui o “eu” nessa simbiose louca que não sente a necessidade de mais ninguém para a vida fazer sentido.

Para viver esse tipo de relação eu declaro que não quero mais ter um namorado. Não quero ter que abdicar de mim mesma para estar em um relacionamento. Eu quero um cúmplice. Alguém que divida comigo o meu lençol e as minhas loucuras. Alguém que não vai olhar feio quando eu pedir outra dose, mas vai encher meu copo. Alguém que entenda que eu preciso ficar sozinha às vezes, mas que me escute quando eu pedir ajuda. Alguém que compreenda que eu preciso conversar com outras pessoas, que eu quero sair sozinha (seja com amigos ou amigas) e que sim: eu vou sentir tesão por outro cara, mas isso não significa que eu não te ame mais (da mesma forma como eu vou entender quando você virar o pescoço para aquela gostosa que atravessar a rua).

Amar não é somar qualidades. Amar é subtrair defeitos e não liberdades. É mostrar sua parte mais suja, mais obscura, mais subversiva e ser aceita por isso (e não apesar disso). Amar é sentir-se segura o suficiente para viver e deixar viver. Amar é acima de tudo confiar.

Apropriando-me das palavras de John Lennon: “Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí”. Eu quero um relacionamento em que a confiança seja a força motriz.

O Que Vai Ser De Você Sem Ele?

- Frankly my dear, I don’t give a damn!

Eu sempre amei a frase de desdém que Rhett Butler despejava em Scartett O’Hara na última cena de “E o vento levou” (1939), desmanchando o par romântico mais conhecido e inconstante da história de Hollywood. Rhett profere essas palavras ácidas justo quando Scarlett afirmava o seu amor por ele, e questionava-o sobre o que iria fazer se ele partisse de sua vida. É que Scarlett é uma jovem mimada e petulante, que passa o filme inteiro almejando casar-se com Ashley Wilkes, um amor não correspondido, e quando se dá conta de que realmente ama Rhett, já é tarde demais.

Essa é uma de minhas frases preferidas do cinema. Eu a amava e a odiava. Eu amava odiar o tamanho desprendimento de Rhett. Como ele teve rapidamente o estalo de não querer mais aquele amor? Como ele consegue se desvincular de Scarlett tão facilmente, igual a alguém que joga fora uma bituca de cigarro? Cadê o fim choroso, suplicoso e lamentoso pelo amor que se acabou? Como ele conseguiu perceber o momento exato em que passou a não amar mais aquela pessoa? E mais: como ele teve forças o suficiente para se desamarrar daquele amor de maneira tão prática?

Engana-se quem crê que o mais difícil de um relacionamento é o seu início, é a primeira vez, conhecer a família ou o primeiro “eu te amo”. A parte mais dura é perceber quando esse acaba. É saber ver que só restam as cinzas do que um dia foi amor. Pode até ainda ter o companheirismo, a amizade, a atração, e isso só dificulta reconhecer que o amor mesmo se foi. Tem que ter muita coragem pra não cair no comodismo de continuar a vida a dois. De voltar a viver “sozinho”, acabar com um pote de sorvete sozinho, passar o final de semana de pijama foreveralone, completar a coleção de livros de autoajuda. De levar a sério o “antes só do que mal acompanhado”.

Nascemos (e morremos) sozinhos nesse mundo, e não temos que depender de ninguém pra viver. Não devemos procurar metades que nos completem, e sim inteiros que se doem e se deem bem. Mas ainda assim é impossível ter uma visão tão prática do fim. É que quando entramos num relacionamento e deixamos uma pessoa fazer parte da nossa vida, quando nos tornamos vulneráveis mostrando o nosso pior e o nosso melhor pra aquela pessoa, é impossível não perder o chão, não faltar o ar, não dar aquele aperto no estômago, não se amedrontar ao cogitar a possibilidade de tal pessoa não fazer mais parte de nossa vida. É aí fazemos como Scartett e nos perguntamos: “E o que vai ser de mim (sem você)?”.

E é duro ouvir da boca do Rhett que ele “tá pouco se fodendo” (traduzido para o bom português amargurado), mas Scarlett também tem culpa no cartório. Ela era acostumada a sempre ter tudo o que quis, a única coisa que não conseguia era o amor do insosso do Ashley, e, exatamente por isso, ela o cobiçava. Enquanto alimentava seu amor platônico por Ashley, o sentimento de Rhett foi amargurando. É que Scarlett não soube enxergar onde estava o seu amor, e às vezes nós também precisamos reaprender a procurar. Ficamos bitolados em metas inatingíveis, alimentando sonhos irreais e ignoramos o que está a nossa volta. Precisamos descer das nuvens e prestar mais atenção ao redor, porque às vezes o amor pode estar na tua frente, mas se você demorar pra ver, quando perceber pode já ser tarde demais.

10 coisas simples que fazem uma mulher mais feliz

Não é novidade que as coisas simples – mesmo que, muitas vezes, confundidas com “coisas bobas” – são o que realmente importa no final. E também não é novidade que a maioria dos homens tem um pouco de dificuldade em enxergar a importância desses detalhes. Eis algumas:

 Eu fico feliz..

1. Quando ele me abraça do nada;

2. Quando me beija sem eu pedir;

3. Me levar pra jantar e, de sobremesa, me faz gastar todas as calorias;

4. Quando eu acordo e me deparo com ele olhando pra mim com aquela carinha de feliz;

5. Quando ele me elogia de manhã quando acordo de cara amassada;

6. Quando ele me dá colo e faz carinho no meu cabelo depois do sexo;

7. Quando ele me olha enquanto faço a maquiagem e não fica me apressando;

8. Quando ele solta elogios sem motivo;

9. Quando ele faz carinho sem esperar por sexo;

10. Quando acordo e recebo um SMS que ele mandou de madrugada

Por Casal Sem Vergonha

PROCRASTINAÇÃO É UM DISTÚRBIO CRÔNICO

Procrastinar é algo de que pouco se fala, mas que muito se faz. Embora "embromação" possa ser um de seus quase sinônimos populares, a procrastinação vai um pouco além disso. É um comportamento crônico nocivo, embora muito comum.

É aquele hábito de deixar tudo para depois: uma tarefa "chata", os estudos, o regime alimentar, as práticas físicas, o abandono de um vício, passar a economizar – coisas que sabemos que precisamos fazer, mas que, por inúmeras razões, ficamos adiando; muitas vezes nos enganando com desculpas frágeis e, não raro, falsas.

O procrastinador é alguém faz várias coisas ao mesmo tempo, exatamente para não fazer aquilo que realmente deve ser feito. Quando pensa no que de fato tem de fazer, sente-se preso e sem reação.

As consequências não raro são danosas, especialmente a longo prazo, quando, olhando pra trás, se percebe quanto tempo foi jogado fora por falta de ação objetiva.

Ao deixar de cumprir certas obrigações, decepcionamos alguém e perdemos credibilidade e oportunidades. Isso se percebe claramente na vida conjugal, no convívio familiar e na carreira profissional. Depois ficamos observando a trajetória de outras pessoas, que entraram em forma, ganharam conhecimentos e avançaram profissionalmente.

Quando vejo pessoas querendo empreender grandes mudanças de imediato, sei que estou diante de um procrastinador, porque ele fica inativo por muito tempo e, depois que percebe nos outros o quanto não evoluiu, resolve mudar tudo de uma vez.

É óbvio que não vai conseguir, porque as nossas grandes realizações são conquistadas aos poucos.

Desse modo, novamente derrotada, essa pessoa tende a desanimar e voltar a procrastinar novamente, repetindo um ciclo fadado à infelicidade.

Enquanto procrastina, a pessoa vai absorvendo estresse por uma oculta sensação de culpa, sentindo a sua perda de produtividade e cultivando vergonha em relação aos demais, por não conseguir cumprir seus compromissos.

A formação de um “enrolador” muitas vezes começa na infância. Crianças podem tornar-se procrastinadoras no futuro por conta do tratamento que recebem dos adultos. Daí a conveniência de revermos constantemente as nossas crenças, para nos livrarmos de influências negativas que adquirimos ao longo da vida.

Duas das vertentes mais clássicas são: 

- A criança extremamente protegida, condicionada a achar que sempre alguém fará por ela. Quando adulta, ela tenderá, inconscientemente, a sentir-se insegura para agir, por não ter alguém auxiliando-a.

- A criança que é exageradamente cobrada. Ela pode desenvolver a característica do perfeccionismo. Assim, ela tende à procrastinação por acreditar que, mesmo se dedicando, não conseguirá realizar as coisas de modo primoroso – e acaba postergando tudo o que acha importante.

Tratamento
A procrastinação crônica é quase sempre associada a alguma disfunção psicológica ou fisiológica. Portanto, é passível de tratamento.

Quando recebo pacientes procrastinadores, incluo no tratamento algumas recomendações que ajudam muito a livrá-los dessa anomalia. Eis algumas:

- Reconheça, quando está enrolando, que pode haver mais dor em procrastinar do que em realizar a tarefa. Muita coisa é menos complicada do que parece ser.

- Não deixe aquele afazer chato por último, para que ele não se torne urgente e o apavore ainda mais.

- Experimente a sensação de alívio e o fortalecimento da auto-estima após concluir uma tarefa e perceba que livrou-se dela de maneira positiva, enfrentando-a.

- Para encorajar-se, pense no que vai deixar de ganhar ou no que pode perder caso não realize essa atividade. Se puder escrevê-las e avaliá-las seriamente, melhor.

- Se a tarefa for muito trabalhosa, divida-a em partes e vá realizando uma a uma, com um pequeno intervalo entre elas, e comemorando (sim!) a última concluída.

- Abra-se para o novo, deixando de agarrar-se às velhas experiências e crenças. O passado não volta mais; o presente é continuamente feito de novos desafios e o futuro é construído passo a passo pelas ações do presente.

- Quando perceber que está querendo procrastinar de novo, proponha-se a atuar por apenas alguns minutos na ação que está tentando evitar. Pode ser que você perceba que não é tão desagradável quanto pensava e venha a vencê-la (touché!).

- Caso lhe seja por demais desagradável, dê-se uma pausa e passe a fazer algo útil (não pare de agir), mas determine quando voltará ao assunto pendente.

A principal vitória é vencer a procrastinação em si. Trata-se de uma vitória para a vida inteira, como a daquela criança que um dia perde o medo do escuro.

* Por Alessandro Vianna (psicólogo clínico)

quarta-feira, 28 de março de 2012

É proibido ser solteira?

 É isso mesmo, ser solteira é proibido e tudo o que você deve fazer na sua vida é se tornar mais atraente e interessante para encontrar um homem que cuide de você e a faça feliz. Ninguém é feliz sozinho.
Assustou com esse começo de texto e até foi dar uma olhadinha se estava lendo a coluna certa? Era essa mesma a intenção. Esse tipo de argumento é tão absurdo que queria que você sentisse isso, parasse pra pensar se faz sentido ler esse tipo de coisa. E não faz.
Ninguém é feliz — nem sozinho, nem acompanhado — se não conseguir se sentir feliz sozinho antes. Felicidade vem da gente, não de fora. E como você vai saber do que gosta, o que quer, quais são seus sonhos, se você não se conhece?
É difícil acreditar, mas ser solteira hoje é quase um ato de rebeldia. Ainda. É como se uma mulher não tivesse o direito de gostar mais de si do que dos outros. O homem solteiro é esperto, sabe viver. A mulher solteira é lésbica, mal amada e ainda não encontrou alguém que fizesse 'a coisa' bem feita.
Nada disso! Mulheres resolvem ficar solteiras por diversos motivos e nem sempre eles têm ligação com fatores externos. Outras vezes têm.
A verdade é que existem alguns momentos em que ser solteira pesa mais. E é aí a hora perfeita para ser forte, respirar fundo e manter a postura de solteira por opção — não por falta de.

Sair para jantar
Se você quiser almoçar sozinha todos os dias da sua vida, tudo bem. Mas se você resolver sair para jantar... É aí que todos os olhares se voltam pra você com os mais variados sentimentos, sendo os mais comuns, é claro, a dó, a pena e a cumplicidade — esse último como se dissesse "já estive sozinha, mas encontrei alguém, você vai conseguir".
Quando você for jantar sozinha, pelo menos nas primeiras vezes, é bom levar um livro. Você se senta, faz seu pedido, abre o livro e pronto, nem vai lembrar das pessoas ao seu redor. Depois de algum tempo, de alguns jantares e muitos olhares você passa a nem ligar, nem notar e ainda pode começar a achar graça.

Ir ao cinema
Não existe coisa mais gostosa do ir ao cinema sozinha. Você assiste ao filme sem ninguém comentando, não precisa se preocupar em sentar direitinho ou parecer linda no escurinho. É só você e o filme. E na hora de ir embora ainda pode ficar pensando em tudo o que aconteceu e fantasiando com a sua vida. Delícia!
É claro que as pessoas vão olhar, mas cada vez tem mais gente sozinha no cinema. E como vai ficar escuro rapidinho, ninguém vai ficar te encarando.

Barzinho com os amigos
Chega uma certa idade que parece que o mundo inteiro resolveu namorar, casar, ter filhos e seguir o "rumo natural" das coisas — como se isso existisse. E aí quando você quer ver os amigos ganha de brinde namoradas e crianças.
É aí que todo mundo faz aquela pergunta horrível: você continua solteira? Quando vai parar com essa coisa de querer ficar sozinha?
Entre gritos de criança, olhares tortos entre os casais e histórias de obrigações como ir a festa da tia-avó você só vai ter mais certeza de que fez a escolha certa.
Se não sentir isso é porque está mesmo na hora de tentar algo novo. Quem sabe um relacionamento?


Festa de família
Esse é o pior momento para qualquer pessoa que resolve se manter solteira. Família tem intimidade, te viu crescer e se sente no direito de questionar suas decisões sem pensar duas vezes.
Se você tomou a decisão de ficar solteira prepare-se para ter sua vida sondada, suspeitas de que você é lésbica, que algum homem foi muito mau com você, que você deveria se arrumar mais e até que escolheu a profissão errada. Dependendo da sua sorte, vão até dizer que você ficou inteligente demais e é por isso que os homens não se aproximam — medo.
A verdade é que se você está feliz nada disso vai te deixar brava. Você vai rir, entender que as pessoas não conseguem visualizar como é a sua vida e seguir em frente. É difícil entender o diferente e é aí que você precisa mostrar que nada é tão estranho quanto parece.

Por Carol Patrocínio

segunda-feira, 12 de março de 2012

Amor: Uma reação química

 Se os professores de química e biologia resolvessem explicar as matérias falando sobre o que seu corpo sente quando está apaixonado ou amando, com certeza seria muito mais fácil aprender. O amor, apesar de ser tratado como sentimento, é uma reação química do corpo.

Sentir frio na barriga, a mão suando, as pernas bambas e não conseguir se concentrar são efeitos de várias substâncias agindo enloquecidamento no seu corpo. O site How Stuff Works analisou algumas dessas reações físicas à sensação mais desejada do mundo: o amor.
Norepinefrina
Quando você vê o gato seu coração dispara? A culpada é ela! É como se seu coração ficasse estressado e batesse mais rápido. Você sente que sua temperatura aumenta e borboletas voam sem parar no seu estômago. Boca seca, mãos suadas e dificuldade para falar o que se está pensando também vêm daí.
Dopamina
Sabe quando você faz esportes e, apesar de cansado, se sente eufórico? A responsável é a dopamina, que deixa a gente com uma sensação de felicidade extrema e bem estar. Quando a gente se apaixona o cérebro libera essa mesma substância e faz com que você sinta que a outra pessoa faz bem a você.
Ah, essa substância é a mesma que as drogas fazem seu cérebro liberar. Tem gente que realmente se vicia no amor, não?
Feromônios
O cheiro da pessoa amada é sempre delicioso, mas também acontece de você adorar o papo com alguém, mas quando se aproxima, o cheiro não bate e aí a gente diz que não tem química com o gato. Essa química são os tais dos feromônios, que mandam mensagens químicas ao cérebro dizendo que você fez uma boa escolha.
Sabe aquela coisa de sentir um cheiro e lembrar daquele ex de mil anos atrás? Culpa deles!
Testosterona
Sim, o hormônio masculino é responsável por nos deixar com vontade de fazer sexo. Os homens têm esse hormônio na saliva e quando chegam no nosso corpinho através do beijo nos deixam queimando por dentro.
Ocitocina
Ela é chamada de hormônio do amor e é liberada em partos, deixando a mulher mais tranquila e relaxada. Dizem ainda que essa substância fortalece os laços de mãe e bebê.
Com os casais não é diferente. A ocitocina faz com que você se sinta em paz ao lado da pessoa amada. Sabe aquela sensação de que o mundo podia acabar que você ainda estaria feliz? Ela é a culpada!
Genes rivais
Nosso suor e saliva liberam uma substância chamada MHC, que é um conjunto de genes que controla a superfície celular de moléculas. Quanto mais diferente essa substância for daquela liberada pela outra pessoa, maior será a atração. Já ouviu dizer que os opostos se atraem? Nesse caso funciona!
Sendo uma coisa química ou um sentimento, a verdade é uma só: amar é uma delícia!
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