quarta-feira, 18 de abril de 2012

Acredite: o ciúme não é o perfume do amor



Há quem diga que o ciúme é o perfume do amor.  Eu acho que isso não passa de uma desculpa dos oportunistas e dos egocêntricos. O amor têm vários perfumes deliciosos: carinho, companheirismo, parceria, respeito, cuidado, tesão e afins, mas o ciúme não entra nessa lista . Quem acredita que o ciúme faz parte do amor, não está entendendo muito bem os conceitos. Porque, na realidade, aquele ciúme que você sempre achou que ele demonstrava como forma de amor, não passava de uma demonstração de ego ferido.


Um bichinho perigoso – o ego ferido

Nós temos um problema que foi cultivado desde cedo – desde de quando você era aquele bebê fofinho que todo mundo queria colocar no colo e agradar, seu cérebro passou a ser mimado. Você podia ver nos olhos da sua mãe que era você quem dava sentido para a vida dela. Quando seu pai chegava em casa, você mais uma vez conseguia perceber que era o que mais importava na vidade dele. E depois de alguns anos, o seu ego se forma nessas condições.

Quando a gente cresce e sai para o mundo, os problemas começam a surgir – você não é mais o centro do universo e ninguém mais se importa com você como seus pais. A partir daí, começamos nossa luta eterna pra nos tornarmos importantes para as pessoas, em uma realidade em que todo mundo quer poder mostrar que “eu sou o centro do mundo”.

domingo, 15 de abril de 2012

Gentileza gera gentileza!


   E se fizéssemos uma corrente do bem, da gentileza, do cuidado, da beleza? E se todos pudéssemos exercitar a perfeição do amor maior? A perfeição do agir com base na verdade, no ser, no amor?

   Em que mundo estaríamos? Como seriam nossas relações? Quero crer que elas seriam bem diferentes das que existem hoje!

   Afinal, a vida com essa base seria um presente maravilhoso. Sem mistérios, sem ilusão, sem medos nem egoísmo...

   A questão é que o mesmo ego que nos faz fortes, nos fez estar aqui, ou melhor, chegar até aqui, por vezes também nos derruba. Ele nos coloca numa feira de vaidades onde o que conta é o ter e não o ser.

   E, nesse sentido, passamos a fantasiar que possuímos tudo. Desde qualquer coisa que tenhamos até o outro... E, então, confusão, dor e sofrimentos à vista.

   Não temos nada! Tudo é movimento. A vida é somente uma passagem. As relações, idem. Talvez por isso eu insista em dizer que a paz começa quando compreendemos que nada podemos fazer para segurar ou transformar o outro. A decisão deste ou nossa de ficar ou sair da relação deve ser uma escolha diária. Uma escolha que demanda muito mais que amar. Requer compromisso, envolvimento, a certeza do melhor caminho. O caminho para o amor pleno. O caminho para viver a dois..

Eu te amo. Você me ama?


   Vocês já se deram conta de que existem pessoas que para uns fazem de tudo e, para os demais, agem como feras desembestadas? Vocês devem se lembrar de algum caso parecido. Conheço um casal de amigos exatamente assim.

   Ela é doce, dedicada, inteligente, bonita, bem-sucedida. Vive para seu marido, faz tudo por ele desde que se conheceram. Ele está mais para um ogro do que para um príncipe, faz tudo por si mesmo. Despreza-a na frente dos amigos, critica suas conquistas, seus sonhos, sua maneira de ser e viver.

   Juntos são uma dupla explosiva. Os que estão por perto nunca sabem quando se iniciará a guerra. Ele tripudiando, e ela, bem, ela o defendendo... As desculpas que a pobre dá são inúmeras:

   “Ele está nervoso, com problemas no trabalho, não se incomode; ele teve um dia ruim!; coitado, está numa crise terrível”... E, assim, se passam os dias e as noites...

    Como eu os conheço há muito tempo, posso lhes garantir que ela venceu!

    Apesar de parecer impossível, ele mudou. Buscou ajuda, decidiu que queria ser um companheiro melhor, mais equilibrado... Começou um tratamento, tem acompanhamento médido e terapeutico, virou outra pessoa.

    Ela? Bem, ela com seu amor, conseguiu contagiar o outro!

   Hoje, ele a trata como a uma rainha. Depois de 15 anos juntos, eles estão finalmente felizes. Acabaram-se as brigas, os maus-tratos, o desprezo. Hoje, finalmente, ele percebeu a MULHER que tem a seu lado. Bom para ele, bom para ela, bom para nós, os amigos. Fico muito feliz ao saber que às vezes só mesmo o tempo para mudar os pesos e as medidas que escolhemos viver e anunciar...

   De fato, ele estava se defendendo do amor... Sempre a amou, nunca soube.

    Que felizardo – descobriu-se apaixonado, antes de pôr tudo a perder. Ela o ama como nunca!

Misturar-se com o outro é uma armadilha


Às vezes, nos esforçamos tanto para cuidar dos problemas dos outros que chegamos a acreditar que não temos problemas.

E, ao invés de investirmos em crescimento, desenvolvimento, evolução, colocamos todas nossas moedas para melhorar o outro – que, por ironia, não quer ser melhorado.

Você conhece alguém assim?

Aquela pessoa – mega, giga resolvida – que acaba trazendo para sua vidas tudo o que não presta. Situações ruins que, quando carregadas de um amor obsessivo, deixam tudo ainda mais confuso!

Pensam que amam e, então, lança mão da sua própria vida para cuidar da vida e dos problemas do outro. Condiciona tudo na relação. Abandona-se. Deixa de lado sonhos e o final é clássico, o outro vai embora, refeito é verdade, mas prefere seguir só.
O que isso quer dizer?

Quer dizer que sobrevivemos a relações fadadas ao fracasso. Aquelas mesmas onde não somos bem-vindos quando interferimos no que não é nosso! Isso tudo faz mal. Quando nos intrometemos em situações alheias nos traímos. Abrimos mão de nós, do nosso caminho, do nosso aprendizado. E, pior, achamos que temos o poder de mudar e transformar o outro.

Bem, nessa escolha é como se afirmássemos: “Que venham os problemas – quanto mais complicados melhor!”. Desse modo, numa espécie de quase auto-boicote, abrimos mão de saber de fato quem é esse outro, para que serve a relação, quem somos nós, o que queremos o que podemos e aguentamos? Quais nossos limites? Qual nosso objetivo?
Dá para mudar isso?

Namoro às escondidas


Recebo muitos e-mails de jovens em dúvida sobre a relação. Perderam a ilusão, não estão mais apaixonados pelo parceiro. Perderam a admiração, sabem que o outro, por um motivo ou outro, irá decepcioná-los, no futuro. Perderam o sonho, estão tão misturados com o outro, com a relação, com a decepção que não sabem o que fazer.

São jovens, moram com os pais, estão finalizando a faculdade: homens e mulheres com pouco mais de 20 anos.

Alguns já viveram uma traição, outros sofreram agressão, outros o abandono ou a rejeição. A questão é, contra tudo e contra todos eles decidiram, de livre e espontânea vontade, reatar o namoro, rompido por algum grave motivo.

Agora, às escondidas, com medo de reprovação, retomaram a relação.

Escondem dos seus pais, dos seus amigos, do mundo, que reataram. Talvez a vergonha, o medo da interferência, o não saber bem se estão certos, os impeçam de gritar ao mundo — "estamos juntos de novo".

E, então, sofrem.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Abaixo o jornalismo. E viva o jornalismo


Se você tem sérias restrições ao jornalismo e considera que muitos de seus profissionais são despreparados para exercê-lo de acordo com padrões desejáveis de qualidade, tenho uma sugestão de leitura: "Os Imperfeccionistas", de Tom Rachman.

Se você admira o jornalismo e considera que muitos de seus profissionais exercem um trabalho fundamental para a sociedade, tenho uma sugestão de leitura: "Os Imperfeccionistas", de Tom Rachman.
Sim, o livro -- publicado no Brasil pela Ed. Record, com tradução de Flávia Carneiro Anderson -- tem a capacidade de satisfazer quem leva o jornalismo a sério e também quem desconfia dele.
E, se por acaso você prefere ver o filme baseado no livro antes (ou em vez) de o ler, a produtora de Brad Pitt -- a Plan B, que assinou "Os Infiltrados" (2006), "Comer Rezar Amar" (2010) e "A Árvore da Vida" (2011), entre outros -- adquiriu os direitos de adaptação, com lançamento previsto para 2013.
Romance de estreia de Rachman, jornalista inglês que cresceu no Canadá e trabalhou nos EUA e na Europa,

"Os Imperfeccionistas" pode dar origem a um filme bem divertido, desde que a adaptação saiba usar um dos trunfos do livro: personagens humanos, demasiado humanos, e por isso muito distantes dos estereótipos de bravura e heroísmo de outros filmes sobre jornalismo.
Ainda que muitas vezes sejam tratados com alguma zombaria, à beira da caricatura, os personagens de "Os Imperfeccionistas" se parecem com profissionais de carne e osso, inclusive porque são pessoas muito diferentes entre si.

Depressão masculina: uma cilada quase invisível


Profissionais de saúde estimam que quase 10 milhões de homens no Brasil sofrem de depressão. A maioria deles é capaz de admitir que a vida "está sem graça", mas só uma minoria ousa reconhecer que há algo errado com suas emoções. Isso seria visto como sinal de fraqueza, "coisa de mulher".
Historicamente, ainda que de forma equivocada, o homem se vê como o grande caçador, guerreiro, que nunca pode distrair-se ou fragilizar-se. Mas, em termos mundiais, os homens tentam o suicídio quatro vezes mais que as mulheres – e com maior possibilidade de sucesso.

Durante muitas décadas, talvez séculos, a sociedade tem visto os sintomas da depressão como "femininizados" e então temos sido induzidos a pensar que a depressão é "um problema de mulher". Não estamos dispostos a aceitá-la nos homens, a menos que vejamos claramente neles a mesma série de sintomas.

O problema é que os sinais da depressão normalmente observados na mulher são menos comuns nos homens. Os percebemos nas mulheres principalmente quando exploramos os seus sentimentos. Nos homens, é prestando atenção à sua conduta. Resumindo: as mulheres sentem a sua depressão; os homens atuam com ela .

Administrando o tempo, administrando a vida


Primeira etapa

Temos que entender que administrar nosso tempo é, primeiramente, uma questão de disciplina da mente. Há pessoas que só de ficar pensando no que tem de fazer já perdem o dia inteiro sem realizar nada, perdem o foco, se angustiam e não saem do lugar! Essa angústia levará a uma sensação de frustração e a desmotivação tomará.

Muitas pessoas me relatam que agem ou agiam desta forma. Porém, faço-as entender que administrar o tempo não é questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade, é uma questão de saber definir prioridades, focar.

Administrar o tempo é planejar estrategicamente a nossa vida. Para isso, precisamos em primeiro lugar saber onde queremos chegar, qual é o real objetivo a ser conquistado. Esse objetivo tem que ser claro e definido após uma reflexão. Sem ele não temos a “chave” para ligar o motor.

Nesta reflexão, considere seus próprios valores (morais, familiares, religiosos) independentes das imposições sociais. Por exemplo, se para alguns a prioridade é atingir uma meta no trabalho, para outros pode ser passar mais tempo com a família. Portanto, o objetivo é seu!

Segunda etapa

Você já se amou hoje?

Sei que normalmente lemos textos em que os títulos nos remetem a amar algo ou alguém,  porém, neste meu artigo vou tentar mostrar em uma forma resumida, como é importante olhar para si mesmo e, principalmente, SE AMAR.



Infelizmente, trazemos uma tremenda dificuldade em cultivar o amor próprio por eventos que se manifestaram desde a nossa criação. Quantas vezes, por medo do egoísmo, deixamos de lado nossa própria vontade para fazer tudo o que o outro queria? Só que amar a si não tem nada a ver com o egoísmo. O egoísta é um ser vazio e solitário que precisa cada vez mais de coisas e pessoas que o preencham. O amar a si é se priorizar; não em detrimento do outro, mas em prol de seu equilíbrio.

Existem algumas situações muito simples, que expressam a necessidade de se priorizar, de se amar, que as vezes não percebemos dentro de nosso cotidiano;

- Como uma mãe dará educação , amor, equilíbrio ao seu filho se ela não se priorizar, não estiver bem consigo mesma?

quarta-feira, 11 de abril de 2012

PARABÉNS PRA MIM!
E para DEUS,
que me fez ASSIM.

QUATRO & OITO
OITO divido por DOIS
RESULTADO = NÓS QUATRO
“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.”
                  
Machado de Assis

O Tempo - meu amigo


Quatro, oito...
Doze horas todos dias
Vividos e consumidos
Com tristeza ou com alegria
No compasso desta vida
Sou livre dessa agonia.

Pois o Tempo, meu amigo
Não conta as noites dormidas
Nem aquelas ditas perdidas
Na ânsia de serem supridas.

Perder ou ganhar
Sorrir ou sofrer
O que importar é viver
Pouco a pouco aprender
que ter muito é nada ter
Melhor mesmo é amar
E em função disso viver.

O Tempo, meu amigo
Não sabe o que é esperar
Nem dizer o que quer de você
A solução é escolher
Entre viver ou sonhar
Porém, Amar é sempre o melhor a fazer.

Levar em conta o amor
Nos corações em que plantou
Esse é o único tesouro
Ainda que cause dor
Que o tempo não pode roubar

Um dia pode ser o último
Ou o primeiro de muitos
Que ainda poderá desfrutar
Tudo depende do Agora
Da decisão a tomar

O Tempo - meu amigo
Me ensinou a amar.


terça-feira, 3 de abril de 2012

Oito dicas para melhorar sua relação

O site Chatelaine publicou oito dicas para melhorar seu relacionamento e fazer com que o amor perdure. Veja abaixo um resumo. Espero que sirva também para você!

A autoria é do especialista em relacionamentos Gay Hendricks, fundador do Instituto Hendricks, na Califórnia. Achei coerente!
1. Procure saber exatamente o que o outro quer
O mais cômico nos relacionamentos é:  as pessoas, muitas vezes, entram sem uma ideia clara do que querem de um parceiro. Somente depois, quando a chama começa a esfriar, é que pensam em fazer exigências, a sinalizar e a externar raiva, etc. Para melhorar o relacionamento, é preciso reconhecer o que você quer da relação. Hendricks oferece um exercício simples para fazer valer seus desejos mais profundos de amor: estabeleça três pontos imprescindíveis para um relacionamento e para um potencial companheiro, e três características que você não aceitará.

2. Relacionamentos são divertidos! Sério
Esqueça a metáfora de que para manter um relacionamento é necessário "trabalhar duro". Encare a relação como entretenimento. A mudança de pensamento coloca a diversão de volta na casa, e o "trabalho" fica  para o escritório.

3. Comprometa-se, totalmente
Toda briga decorre da falta de comprometimento de um ou do outro, ou de ambos na relação. Por isso, até que você esteja totalmente certo de que quer se comprometer na relação, fique de fora. Se você está lutando pela relação, estenda a bandeira branca e comece a ver no seu parceiro um aliado. Vocês têm um objetivo comum: manter o amor vivo.

4. Abra-se
Hendricks exorta os casais a compartilhar seus sentimentos, ao invés de reprimi-los. Então, quando o outro lhe perguntar — o que há de errado? Não caia na armadilha de dizer para "nada" com os dentes cerrados. "Se você está sempre escondendo seus sentimentos, não é um relacionamento real, porque o real não está presente", explica ele.

5. Seja fiel a seus erros
Parceiros inteligentes assumem, perante ao outro,  seus erros. "Os casais que realmente permanecem juntos são muito bons em manter seus acordos com o outro", diz Hendricks.  Estes acordos cobrem diferentes temas, por exemplo, de prometer a sua mulher que estará em casa a tempo para o jantar. "Você tem que confessar se romper o acordo pré-estabelecido, mesmo que tenha dificuldade em assumir seus erros", diz Hendricks.

6. Não aponte o dedo para o outro, dê as mãos
Se o seu parceiro confessou uma falha, isso não lhe dá o direito de puni-lo incessantemente por sua transgressão. Pelo menos se você quer que o relacionamento perdure. "Um dos maiores problemas em um relacionamento é a culpa. De fato, em muitos estudos a culpa e a crítica crônicas são a razão número um das separações ", diz Hendricks. Como os casais podem parar de jogar o jogo da culpa? Abrir mão de ver-se como  "transgressor" ou "vítima". Esse papel, ao contrário do que pode parecer, é um excelente combustível para acabar com a relação. Ao invés disso, sugere Hendricks, o melhor é "assumir a responsabilidade por aquilo que [você] culpa no outro."

7. Diga cinco coisas legais para cada coisa não tão agradável
Se você disser algo negativo para o seu companheiro, certifique-se de equilibrar a balança, dizendo cinco diferentes coisas positivas. Por exemplo, "o jantar foi delicioso","obrigado por lavar o meu carro" ou "você está bonita hoje". A razão de cinco para um não é um número aleatório. Hendricks cita um estudo que descobriu que o bom relacionamento possui cinco elogios para uma apreciação negativa. Considerando que em casais divorciados essa proporção é de  um para um. Ou seja, para qualquer coisa positiva há uma observação negativa.

8. O carinho é importante
Parece contra-intuitivo, mas manter a chama acesa demanda uma boa quantidade de afeto não-sexual, como caminhar de mãos dadas, abraçar, colocar o braço sobre o ombro do outro, etc.  Segundo Hendricks, a queixa mais comum entre as mulheres é:  "ele só me toca quando quer fazer sexo". O que elas estão realmente dizendo é que a afeição não existe mias na relação. Segundo o autor, afeto deve ser encarado como uma conta poupança da intimidade que, ao longo do tempo, pode contribuir para a relação.

domingo, 1 de abril de 2012

Nele

Sinto um amor que me acalma
Que me trespassa a alma
Varre tudo
Não deixa nada
Só o fulgor da alegria
Que sonhei sentir um dia

É como a tempestade no seu furor
Como o mar desbravador
Mas também é como a brisa
Que assopra e me alisa
Trazendo-me paz interior

Sigo seus passos lentamente
Olhos fechados, indo em frente
Com confiança, pois é fiel.
Rendo-me ao seu encanto
Pois nele não há pranto
Transporto-me para o céu.

Ele é pleno. É Eterno.
Tudo que quero, que preciso.
Para agradá-lo, só um sorriso
O reflexo da gratidão.
Confio no seu amor
Entrego-lhe toda a dor
A Ele nunca direi não.

(Marry)



.

Saiba como decifrar um mentiroso

Impostor, enganador, falso, enganador, trapaceiro, embusteiro, charlatão, dissimulado, lambanceiro... São muitos os sinônimos para a palavra “mentiroso”, mas você sabe como decifrar um deles?

Como não é apenas no dia 1º de abril que as pessoas praticam o ato de mentir, o especialista em comportamento humano Felipe Okazaki dá algumas dicas para você se transformar em um verdadeiro detector de mentiras e aprender a diferença entre a mentira de brincadeira e a mentira que realmente pode prejudicar outra pessoa.

De acordo com Okazaki, a primeira coisa a fazer é conversar com o indivíduo numa distância de no máximo 50 centímetros, frente a frente,  e tentar perceber alguns sinais:

•    Queixo enrrugado, que significa vergonha, as pessoas que mentem normalmente se sentem envergonhadas quando estão encobrindo a verdade.

•    Recuar os braços e/ou ombros quando está falando, isto significa que a pessoa não acredita no que está dizendo.

•    Mexer na boca e/ou cabelos, coçar nariz e/ou olhos, roer a unha, mexer no colarinho da camisa e/ou colar, cobrir parcialmente a boca ou rosto e coçar o pescoço.

•    Olhando para a pessoa fique atento ao movimento dos olhos, se os olhos se movimentam para a sua esquerda (direita da pessoa que está sendo observada) quando ela está contando sobre alguma situação, o campo da criação e imaginação está sendo acessados, ou seja, a pessoa está inventando uma lembrança, portanto está mentindo.

Okazaki ainda ressalta que é preciso ficar atento com as pessoas que costumam mentir mais do que dizer a verdade. Isso pode ser considerado um desvio de personalidade e precisa de ajuda médica.
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