Ser mãe em condições naturais na relacionalidade [...] é ser mãe porque o filho que se terá tem um pai, e a mulher que dá à luz, tem um marido que ame ser marido e pai.

Quando é assim toda mulher/mãe/esposa se torna naturalmente feliz!
Então, por completo e com toda felicidade, "o desejo da mulher é para o seu marido".

Isto porque fica estabelecido no encontro de tal amor a compreensão de que "assim como a mulher veio do homem, o homem nasce da mulher, para que haja interdependência".

Também quando esse espírito de satisfação do amor simples está presente, faz com que "a mulher seja preservada pela sua maternidade".

Ora, tais princípios não trabalham contra nenhum aspecto da individuação da mulher como um ser em estado de crescimento pessoal. Ao contrário, as mulheres que encontraram tal equilíbrio são as únicas realmente tranquilas quanto ao significado de ser mulher, mãe e indivíduo em crescimento grato e feliz.

No fundo da alma de toda mulher que não tem o compromisso ideológico de negar isto, ou que não está traumatizada pelo que se apresentava como tal, mas não era o que dizia ser -- sim, não sendo por traumas, o que está presente na alma feminina é ainda um tímido desejo de que a felicidade lhes pudesse chegar assim.

Ora, quando a mulher tem esse chão para existir, tudo o mais é possível e passável. Sim, até quando dos nossos filhos se diz: "Também por causa deste menino uma espada traspassará o teu coração".

Muitas mulheres apenas perderam a coragem de sonhar assim!

Com todo carinho pelas mulheres e mães que sobrevivem a esta geração de desprezo pela felicidade simples,

Caio
12 de maio de 2013
Brasília - DF